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Muita gente tomou a decisão de morar em barcos para ter uma nova opção de lazer.


O Brasil é um país que possui atrativos que chamam a atenção de visitantes do mundo todo, pois oferece muito aos amantes do mar. Além da costa exuberante, repleta de paisagens, possui clima agradável para navegar durante todo o ano. Nos últimos 10 anos, o mercado náutico sofreu melhorias em nosso no país, especialmente no que se refere ao aumento do tamanho de barcos e a melhoria da qualidade.



O primeiro passo para a lista dos países desenvolvidos no setor náutico, já foi dado e a economia brasileira está dando sinais consistentes, ainda que modestos, mas que já nos incitam a esperar uma melhora ainda maior do ambiente de negócios no setor náutico. Para o próximo ano, podemos esperar uma continuidade ao crescimento já observado nesse ramo, porém, intensificado com a alta inesperada desse ano.








Muita gente tomou a mesma decisão, seja para morar no barco, ter uma nova opção de lazer ou um refúgio seguro e livre do novo coronavírus.

Com aeroportos fechados, as garagens de barcos têm registrado movimento mais intenso que o mesmo período do ano passado. No Rio de Janeiro, a Marina da Glória ganhou 10% a mais de barcos abrigados na pandemia, batendo 300 embarcações.



Pra muita gente, ter um barco sempre foi um sonho distante. Hoje em dia, no entanto, o item se tornou um pouco mais acessível. É que, apesar da disparada do euro e do dólar frente ao real, uma modalidade de compra tem se popularizado cada vez mais nos últimos quatro anos, a venda compartilhada, ou "share".




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